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terça-feira, 9 de junho de 2009

Semana dos Namorados (2)

Quando iniciei o post sobre semana dos namorados, não tinha em mente de criar um por dia, mas a falta de tempo não me deixou continuar no mesmo dia o post anterior...


Ao tratarmos do amor utópico, ficamos imaginando aquele amor caracterizado em filmes holiwoodianos e afins, sempre procuramos aquele amor eterno que não irá sucumbir à menor das misérias e muito menos será destruido pelo rancor dos outros. Aquele amor que perdoa qualquer mancada inesperada.

Senhoras e senhores, parafraseando o padre Quevedo: "Isto não existe!".

O amor em sí não tem nada de perfeito, muito pelo contrário, o amor é o sentimento mais imperfeito que existe, pois, já dizia San Kenn, “Passamos a amar não quando encontramos uma pessoa perfeita, mas quando aprendemos a ver perfeitamente uma pessoa imperfeita.”.

Sempre vemos alguém resmungando que "é dos cafagestes que elas gostam" ou que "é das galinhas que eles gostam". É bizarro, mas é verdade, pois querendo ou não, esses "cafagestes" e essas "galinhas" tem pontos em suas personalidades que os fazem se destacarem na multidão, fazendo com que os que são "certinhos" fiquem "ofuscados".

Sinceramente é muito comum as pessoas escolherem seus parceiros e parceiras únicamente pelo fator externo deles, o intelécto normalmente é posto de lado. As pessoas tentam filtrar os que "não servem" para elas, mas esse "filtro" sempre dá em alguém que as fazem sofrer da pior maneira.

Prestem atenção, pessoas que sempre são escolhidas naturalmente por esses "filtros", se acostumam em receber de mão beijada tudo o que quer, e no caso do assunto em pauta, os homens recebem as mulheres de mão beijada e vice-versa. Sendo assim, NÃO HÁ um porque dessas pessoas se preocuparem em cuidar das pessoas que estão ao lado, já que se perde-la, logo encontrará outra melhor, igual ou levemente diferente.

É tudo levemente simples, o segredo da "verdadeira felicidade" não existe, o que te faz feliz pode não me fazer feliz, mas caímos então para outro ponto cruzcial nessa semana dos namorados, a FELICIDADE.

"A felicidade" ou "O que te faz feliz" é algo tão singular que causa muita discórdia entre os casais, principalmente naqueles que se "encontraram" usando a regra do "Os opostos se atraem".

Esse é o assunto do próximo post!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Variáveis de relacionamentos

(Lembre-se sempre que o texto abaixo é uma visão do autor)

Olá paradoxianos, sei que o título nos leva a pensar que estou tratando do relacionamentos Homem e Mulher, mas o que eu quero exemplificar são os relacionamentos em geral: amigos, familia, ficantes, namoradas(os), noivas(os), maridos e esposas.

Tudo isso é tratado como se fosse uma coisa só, isso se deve ao fato que muitos desses relacionamentos estão interligados em situações de 1 pra 1, o que nos faz ter uma visão mais simples de tudo isso. Porém, dado o momento que estamos programados pra tratar tudo no 1 pra 1, acabamos misturando tudo quando chegamos ao ponto de tratar 1 pra muitos.

Vamos separar corretamente isso:

1 para 1: Quando tratamos "1 pra 1", estamos tratado do "eu" para "você", ou seja, relacionamentos diretos. Isso é tratado de forma que "eu" tenho um relacionamento com "você", de forma que, este relacionamento é apenas "nosso".
Por exemplo:
O relacionamento do rapaz com a namorada é singular, logo, não é afetado pela opinião de outras pessoas.

Resumo: O que acontece entre os dois, é afetado pelos dois.

1 para muitos: Relacionamentos "1 para muitos", é quando o relacionamento é afetada pelas variáveis externas, ou seja, os outros "1" que surgem.
Por exemplo:
O relacionamento do rapaz com a namorada é afetado pelas opiniões dos pais, logo, não é singular.

Resumo: O que acontece entre os dois, é afetados por indivíduos alheios.

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Colocando assim parece simples, mas não é, as pessoas nunca se fecham ao "1 para 1", sempre se afetam por pessoas fora daquele assunto em particular, esquecem que cada relacionamento é singular e se deixam levar por opiniões alheias. Seja com seus pais, seus amigos, suas namoradas, não importa, todos se afetam pela opiniões alheias.

Mas espere, essas não são as únicas variáveis, tempos também as vairáveis de ações do passado e do presente, onde cada uma dessas vairáveis são peças fundamentais que arrastam os relacionamentos de "1 para 1" para "1 para muitos".
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Suas ações do passado não são esquecida, então cultivar boas opiniões ao seu respeito é útil quando esse novo relacionamento é gerado a partir de conhecidos (1 para muitos), ou seja, isso é um peso a mais para se carregar. Observando também que seu passado pesa muito no relacionamento do tipo família pois, apesar de ser a sua família, eles vão sempre te ver com os mesmo olhos, apenas adicionando orgulho ou vergonha de seus atos.

O passado não deve ser visto como eterno, as pessoas mudam quando querem mudar.
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Suas ações do presente são as que colocam em cheque toda essa teoria de mudança, não digo que as pessoas mudam 100% do que elas realmente são, mas devido ao livre arbítrio temos a capacidade de escolher qual o caminho à seguir. Assim, temos total liberdade de evoluirmos ou regredirmos, seja moral ou intelectualmente.

Esse "presente" que nos é dado, é para que possamos provar para nós mesmo, e não para os outros que podemos ser tudo o que nosso potencial nos permite, e já foi provado por N vezes que o ser humano ainda tem muito o que evoluir.

Quando o passádo é usado apenas de referencial para o que nós fomos, para compararmos com nosso presente, as falhas não se parecem tão grandes diante das qualidades desenvolvidas com o tempo.

"Todos escolhemos um caminho, mas nem todos caminhos se cruzam de verdade"