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terça-feira, 28 de julho de 2009

Some times, you need to dance with the devil.

De fato, algumas vezes, para alcansarmos nossos objetivos temos de negociar com o demônio em pessoa. Mas não estou entrando em nada de religião, isto é apenas uma metáfora.

O que eu quero dizer, é que muitas vezes temos de fazer algo que vai contra nossos códigos de ética, ou até mesmo contra nossas vontades, para conseguirmos atigir o nosso objetivo, pois nessas vezes somente nosso "demônio momentâneo" é quem tem a chave para a porta que nos impossibilita chegar onde queremos.

Uma boa dose de coragem, com uma dose maior ainda de consciência, são os pré-requisitos para se negociar com nossos demônios, sangue frio também é recomendado. Muitas vezes temos de tomar decisões que não nos deixa muito orgulhosos, mas pelo menos chegamos onde queremos.

Nesses momentos, muito cuidado, pois nunca devemos passar certos limites, por exemplo, nunca faça algo que ponha em risco uma amizade que você julgue verdadeira, muito menos faça algo que ponha a vida de alguém em risco, principalmente a sua. Nem todo objetivo vale o sacrifício.

Como sempre digo, há muitas variáveis que temos que avaliar antes de qualquer ação, e por isso que eu recomendo sempre avaliar os acontecimentos no momentos que ocorrem, pois avaliar algo que já passou só te faz perder tempo, e tempo, não é algo que podemos perder com besteiras.

Pense bem, qual é o demônio que neste momento guarda a chave do seu objetivo, será que vale a pena falar com ele?

Pense nisso.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Felicidade

Nota: Não estou aqui para agradar gregos e troianos, mas vou criar uma amálgama de definições e gerar um conclusão disso.



Podemos encontrar várias definições para felicidade, assim como também podemos encontrar várias pessoas dizendo lugares diferentes para se encontrar essa tal felicidade, as mais religiosas dizem para encontrar a felicidade em Deus, Jesus Cristo, ou derivados, pessoas apaixonadas nos dizem para encontrar a felicidade no próximo, em uma namorada ou namorado.

Se estão "certas" ou se estão "erradas" não cabe à mim ou à você decidir, o que cabe à nós é analizar aquelas coisas que REALMENTE nos fazem feliz, pois às vezes quem está ao nosso lado apenas nos faz ficar tristes, mas se a perdemos ficamos mais tristes ainda, muitas vezes não porque, apesar de tudo, ela nos fazia feliz, mas pelo comodismo que tinhamos por aquela pessoa.

Nesse conceito de "felicidade por comodismo" precisamos analisar à fundo o que está acontecendo, pois não é apenas comodismo, é a união dos dois fatores, tanto a pessoa nos faz "feliz apesar de tudo", quanto o fato de estarmos "acomodados" com a presença um do outro. Analisar isso de forma fria é algo muito difícil, pois ficamos cegos pelos sentimentos que rodeiam o assunto, por isso, quando estiver analizando, faça isso com calma.

A felicidade é algo que deve sempre fazer parte dos relacionamentos, ou seja, nos relacionamentos entre pais e filhos, nos relacionamentos entre amigos, nos relacionamentos entre namorados. Mas como sempre, não se consegue ser feliz 100% do tempo, mas isso não é importante, o importante é manter esses sentimentos de felicidade em um nível que mantenha o relacionamento saudável.

Felicidade em relacionamentos é algo que deve ser dosado, pois o que te faz feliz pode não fazer feliz a pessoa ao seu lado. Quando os pais prendem muito o filho, muitas vezes, acaba criando um rebelde que luta à todo custo por liberdade nesse relacionamento que o sufoca, mas quando esses mesmos pais dão muita liberdade, esse filho também se rebela achando que os pais não lhe dão atenção.

Esse exemplo de pais e filhos é aplicado também em relacionamento de namorados, pois se um dos lados não dá o carinho e a liberdade em doses corretas, a pessoa que seria alvo desses itens acaba se sentindo mal, à nível de começar a comparar a outra pessoa à outra que esteja dando o que ela procura.

Existe uma máxima que diz "Tudo que se é consumido em demasia, faz mal", e é verdade, muitas pessoas não sabem dosar, ficam presas no conceito de 8 ou 80 e, por muitas vezes, acabam destruindo os bons relacionamentos que tem, seja com os pais, com os filhos ou com as(os) namoradas(os).

Em termos mais simples, encontramos a felicidade naquilo que nos faz bem, seja em algo ou em alguém, muitas vezes não notamos que a felicidade está ao nosso lado o tempo todo, pois ficamos presos naquela noção de felicidade "utópica", ou seja, procuramos aquela felicidade descrita em filme e livros, aquela que está acima de tudo, mas eu lhes digo, não é difícil encontrar a felicidade, o difícil é percebê-la, mantê-la e dosa-la.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Variáveis de relacionamentos

(Lembre-se sempre que o texto abaixo é uma visão do autor)

Olá paradoxianos, sei que o título nos leva a pensar que estou tratando do relacionamentos Homem e Mulher, mas o que eu quero exemplificar são os relacionamentos em geral: amigos, familia, ficantes, namoradas(os), noivas(os), maridos e esposas.

Tudo isso é tratado como se fosse uma coisa só, isso se deve ao fato que muitos desses relacionamentos estão interligados em situações de 1 pra 1, o que nos faz ter uma visão mais simples de tudo isso. Porém, dado o momento que estamos programados pra tratar tudo no 1 pra 1, acabamos misturando tudo quando chegamos ao ponto de tratar 1 pra muitos.

Vamos separar corretamente isso:

1 para 1: Quando tratamos "1 pra 1", estamos tratado do "eu" para "você", ou seja, relacionamentos diretos. Isso é tratado de forma que "eu" tenho um relacionamento com "você", de forma que, este relacionamento é apenas "nosso".
Por exemplo:
O relacionamento do rapaz com a namorada é singular, logo, não é afetado pela opinião de outras pessoas.

Resumo: O que acontece entre os dois, é afetado pelos dois.

1 para muitos: Relacionamentos "1 para muitos", é quando o relacionamento é afetada pelas variáveis externas, ou seja, os outros "1" que surgem.
Por exemplo:
O relacionamento do rapaz com a namorada é afetado pelas opiniões dos pais, logo, não é singular.

Resumo: O que acontece entre os dois, é afetados por indivíduos alheios.

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Colocando assim parece simples, mas não é, as pessoas nunca se fecham ao "1 para 1", sempre se afetam por pessoas fora daquele assunto em particular, esquecem que cada relacionamento é singular e se deixam levar por opiniões alheias. Seja com seus pais, seus amigos, suas namoradas, não importa, todos se afetam pela opiniões alheias.

Mas espere, essas não são as únicas variáveis, tempos também as vairáveis de ações do passado e do presente, onde cada uma dessas vairáveis são peças fundamentais que arrastam os relacionamentos de "1 para 1" para "1 para muitos".
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Suas ações do passado não são esquecida, então cultivar boas opiniões ao seu respeito é útil quando esse novo relacionamento é gerado a partir de conhecidos (1 para muitos), ou seja, isso é um peso a mais para se carregar. Observando também que seu passado pesa muito no relacionamento do tipo família pois, apesar de ser a sua família, eles vão sempre te ver com os mesmo olhos, apenas adicionando orgulho ou vergonha de seus atos.

O passado não deve ser visto como eterno, as pessoas mudam quando querem mudar.
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Suas ações do presente são as que colocam em cheque toda essa teoria de mudança, não digo que as pessoas mudam 100% do que elas realmente são, mas devido ao livre arbítrio temos a capacidade de escolher qual o caminho à seguir. Assim, temos total liberdade de evoluirmos ou regredirmos, seja moral ou intelectualmente.

Esse "presente" que nos é dado, é para que possamos provar para nós mesmo, e não para os outros que podemos ser tudo o que nosso potencial nos permite, e já foi provado por N vezes que o ser humano ainda tem muito o que evoluir.

Quando o passádo é usado apenas de referencial para o que nós fomos, para compararmos com nosso presente, as falhas não se parecem tão grandes diante das qualidades desenvolvidas com o tempo.

"Todos escolhemos um caminho, mas nem todos caminhos se cruzam de verdade"