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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Ingênuo ou Mentiroso

"Qualquer homem que diz que entende as mulheres é ingênuo ou um mentiroso"
Ao tentar entender "as mulheres", os homens tendem à generalizar e acabam sempre indo para os dois itens básicos para "conseguir uma garota": dinheiro e beleza. Isso não é algo para se aplicar à todas as mulheres, afinal, quem nunca viu um cara feio e sem grana com uma mulher bonita? Parece algo de dar nó na cabeça, mas é algo até simples de entender se você estiver disposto.

Se as pessoas generalizassem menos e tentassem entender mais a pessoa em sim, tudo seria mais simples para ambos. Sempre vemos pessoas não clamando não entender o que se passa na cabeça de seus conjugues, sinceramente isso chega à ser engraçado pois as pessoas querem tudo na mão e não se esforçam pra tentar entender o porque de tal pessoa estar discutindo com ela, ou porque ela está te ignorando, ou porque raios ela está tão seca com você.

A resolução de problemas de relacionamento é um caminho de duas vias, você tem que analisar o que você fez de errado e também ver o que a pessoa fez de errado, se você conversar de verdade com a pessoa você vai perceber que muitas das brigas se dão por besteira. Muitas vezes você não reparar que ela cortou as pontas do cabelo podem desencadear uma guerra sem precedentes, mas nessa hora cabe à você acalmar ela. O mesmo serve para elas, alguns homens não sabem demonstrar sentimentos, acho que alguns até ignoram a existência deles, mas isso não quer dizer que não façam nada para te agradar, afinal, o segredo está nos detalhes.

Relacionamentos são como uma grande balança extremamente difícil de ser equilibrada, se você não dá presentes à ela: você não liga pra ela; se você dá presentes demais: você acha que ela é uma pessoa que você pode comprar; se você não dá atenção: você não liga pra ela; se você dá muita atenção: você é grudento. Isso sem falar no fato que se você mimar ela demais, no primeiro momento que você parar com os mimos: você tem outra.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Quem não dá assistência, abre concorrência


Tava relendo uns blogs e achei no "Insoonia" esse texto do Arnaldo Jabor. Totalmente dedicado aos casais de plantão.

Arnaldo Jabour – Quem não dá assistência, abre concorrência

Você homem da atualidade, vem se surpreendendo diuturnamente com o “nível” intelectual, cultural e, principalmente, “liberal” de sua mulher, namorada e etc.

Às vezes sequer sabe como agir, e lá no fundinho tem aquele medo de ser traído – ou nos termos usuais: “corneado”. Saiba de uma coisa… esse risco é iminente, a probabilidade disso acontecer é muito grande, e só cabe a você, e a ninguém mais evitar que isso aconteça ou, então, assumir seu “chifre” em alto e bom som.

Você deve estar perguntando porque eu gastaria meu precioso tempo falando sobre isso. Entretanto, a aflição masculina diante da traição vem me chamando a atenção já há tempos.

Mas o que seria uma “mulher moderna”?

A princípio seria aquela que se ama acima de tudo, que não perde (e nem tem) tempo com/para futilidades, é aquela que trabalha porque acha que o trabalho engrandece, que é independente sentimentalmente dos outros, que é corajosa, companheira, confidente, amante…

É aquela que às vezes tem uma crise súbita de ciúmes mas que não tem vergonha nenhuma em admitir que está errada e correr pros seus braços…

É aquela que consegue ao mesmo tempo ser forte e meiga, desarrumada e linda…

Enfim, a mulher moderna é aquela que não tem medo de nada nem de ninguém, olha a vida de frente, fala o que pensa e o que sente, doa a quem doer…

Assim, após um processo “investigatório” junto a essas “mulheres modernas” pude constatar o pior:

VOCÊ SERÁ (OU É???) “corno”, a menos que:

- Nunca deixe uma “mulher moderna” insegura. Antigamente elas choravam. Hoje, elas simplesmente traem, sem dó nem piedade.

- Não ache que ela tem poderes “adivinhatórios”. Ela tem de saber – da sua boca – o quanto você gosta dela. Qualquer dúvida neste sentido poderá levar às conseqüências expostas acima.

- Não ache que é normal sair com os amigos (seja pra beber, pra jogar futebol…) mais do que duas vezes por semana, três vezes então é assinar atestado de “chifrudo”. As “mulheres modernas” dificilmente andam implicando com isso, entretanto elas são categoricamente “cheias de amor pra dar” e precisam da “presença masculina”. Se não for a sua meu amigo… bem…

- Quando disser que vai ligar, ligue, senão o risco dela ligar pra aquele ex bom de cama é grandessíssimo.

- Satisfaça-a sexualmente. Mas não finja satisfazê-la. As “mulheres modernas” têm um pique absurdo com relação ao sexo e, principalmente dos 20 aos 38 anos, elas pensam em – e querem – fazer sexo todos os dias (pasmem, mas é a pura verdade)…bom, nem precisa dizer que se não for com você…

- Lhe dê atenção. Mas principalmente faça com que ela perceba isso. Garanhões mau (ou bem) intencionados sempre existem, e estes quando querem são peritos em levar uma mulher às nuvens. Então, leve-a você, afinal, ela é sua ou não é????

Nem pense em provocar “ciuminhos” vãos. Como pude constatar, mulher insegura é uma máquina colocadora de chifres.

- Em hipótese alguma deixe-a desconfiar do fato de você estar saindo com outra. Essa mera suposição da parte delas dá ensejo ao um “chifre” tão estrondoso que quando você acordar, meu amigo, já existirá alguém MUITO MAIS “comedor” do que você…só que o prato principal, bem…dessa vez é a SUA mulher.

Sabe aquele bonitão que, você sabe, sairia com a sua mulher a qualquer hora. Bem… de repente a recíproca também pode ser verdadeira. Basta ela, só por um segundo, achar que você merece…Quando você reparar… já foi.

- Tente estar menos “cansado”. A “mulher moderna” também trabalhou o dia inteiro e, provavelmente, ainda tem fôlego para – como diziam os homens de antigamente – “dar uma”, para depois, virar pro lado e simplesmente dormir.

- Volte a fazer coisas do começo da relação. Se quando começaram a sair viviam se cruzando em “baladas”, “se pegando” em lugares inusitados, trocavam e-mails ou telefonemas picantes, a chance dela gostar disso é muito grande, e a de sentir falta disso então é imensa. A “mulher moderna” não pode sentir falta dessas coisas…senão…

Bem amigos, aplica-se, finalmente, o tão famoso jargão “quem não dá assistência, abre concorrência”.

Deste modo, se você está ao lado de uma mulher de quem realmente gosta e tem plena consciência de que, atualmente o mercado não está pra peixe (falemos de qualidade), pense bem antes de dar alguma dessas “mancadas”… proteja-a, ame-a, e, principalmente, faça-a saber disso.

Ela vai pensar milhões de vezes antes de dar bola pra aquele “bonitão” que vive enchendo-a de olhares… e vai continuar, sem dúvidas, olhando só pra você!

Boa semana à todos!

terça-feira, 28 de julho de 2009

Some times, you need to dance with the devil.

De fato, algumas vezes, para alcansarmos nossos objetivos temos de negociar com o demônio em pessoa. Mas não estou entrando em nada de religião, isto é apenas uma metáfora.

O que eu quero dizer, é que muitas vezes temos de fazer algo que vai contra nossos códigos de ética, ou até mesmo contra nossas vontades, para conseguirmos atigir o nosso objetivo, pois nessas vezes somente nosso "demônio momentâneo" é quem tem a chave para a porta que nos impossibilita chegar onde queremos.

Uma boa dose de coragem, com uma dose maior ainda de consciência, são os pré-requisitos para se negociar com nossos demônios, sangue frio também é recomendado. Muitas vezes temos de tomar decisões que não nos deixa muito orgulhosos, mas pelo menos chegamos onde queremos.

Nesses momentos, muito cuidado, pois nunca devemos passar certos limites, por exemplo, nunca faça algo que ponha em risco uma amizade que você julgue verdadeira, muito menos faça algo que ponha a vida de alguém em risco, principalmente a sua. Nem todo objetivo vale o sacrifício.

Como sempre digo, há muitas variáveis que temos que avaliar antes de qualquer ação, e por isso que eu recomendo sempre avaliar os acontecimentos no momentos que ocorrem, pois avaliar algo que já passou só te faz perder tempo, e tempo, não é algo que podemos perder com besteiras.

Pense bem, qual é o demônio que neste momento guarda a chave do seu objetivo, será que vale a pena falar com ele?

Pense nisso.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Quero ver quem discorda




Antigo, mas é raro isso não ser verdade...

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Variáveis de relacionamentos

(Lembre-se sempre que o texto abaixo é uma visão do autor)

Olá paradoxianos, sei que o título nos leva a pensar que estou tratando do relacionamentos Homem e Mulher, mas o que eu quero exemplificar são os relacionamentos em geral: amigos, familia, ficantes, namoradas(os), noivas(os), maridos e esposas.

Tudo isso é tratado como se fosse uma coisa só, isso se deve ao fato que muitos desses relacionamentos estão interligados em situações de 1 pra 1, o que nos faz ter uma visão mais simples de tudo isso. Porém, dado o momento que estamos programados pra tratar tudo no 1 pra 1, acabamos misturando tudo quando chegamos ao ponto de tratar 1 pra muitos.

Vamos separar corretamente isso:

1 para 1: Quando tratamos "1 pra 1", estamos tratado do "eu" para "você", ou seja, relacionamentos diretos. Isso é tratado de forma que "eu" tenho um relacionamento com "você", de forma que, este relacionamento é apenas "nosso".
Por exemplo:
O relacionamento do rapaz com a namorada é singular, logo, não é afetado pela opinião de outras pessoas.

Resumo: O que acontece entre os dois, é afetado pelos dois.

1 para muitos: Relacionamentos "1 para muitos", é quando o relacionamento é afetada pelas variáveis externas, ou seja, os outros "1" que surgem.
Por exemplo:
O relacionamento do rapaz com a namorada é afetado pelas opiniões dos pais, logo, não é singular.

Resumo: O que acontece entre os dois, é afetados por indivíduos alheios.

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Colocando assim parece simples, mas não é, as pessoas nunca se fecham ao "1 para 1", sempre se afetam por pessoas fora daquele assunto em particular, esquecem que cada relacionamento é singular e se deixam levar por opiniões alheias. Seja com seus pais, seus amigos, suas namoradas, não importa, todos se afetam pela opiniões alheias.

Mas espere, essas não são as únicas variáveis, tempos também as vairáveis de ações do passado e do presente, onde cada uma dessas vairáveis são peças fundamentais que arrastam os relacionamentos de "1 para 1" para "1 para muitos".
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Suas ações do passado não são esquecida, então cultivar boas opiniões ao seu respeito é útil quando esse novo relacionamento é gerado a partir de conhecidos (1 para muitos), ou seja, isso é um peso a mais para se carregar. Observando também que seu passado pesa muito no relacionamento do tipo família pois, apesar de ser a sua família, eles vão sempre te ver com os mesmo olhos, apenas adicionando orgulho ou vergonha de seus atos.

O passado não deve ser visto como eterno, as pessoas mudam quando querem mudar.
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Suas ações do presente são as que colocam em cheque toda essa teoria de mudança, não digo que as pessoas mudam 100% do que elas realmente são, mas devido ao livre arbítrio temos a capacidade de escolher qual o caminho à seguir. Assim, temos total liberdade de evoluirmos ou regredirmos, seja moral ou intelectualmente.

Esse "presente" que nos é dado, é para que possamos provar para nós mesmo, e não para os outros que podemos ser tudo o que nosso potencial nos permite, e já foi provado por N vezes que o ser humano ainda tem muito o que evoluir.

Quando o passádo é usado apenas de referencial para o que nós fomos, para compararmos com nosso presente, as falhas não se parecem tão grandes diante das qualidades desenvolvidas com o tempo.

"Todos escolhemos um caminho, mas nem todos caminhos se cruzam de verdade"

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Anel de Claddagh

Para quem não conheçe esse é o Claddagh Ring.


Claddagh é o nome de uma pequena vila de pescadores fora dos muros da cidade de Galway na costa oeste da Irlanda, nessa vila se iniciaram as lendas desse anel que tem um significado muito importante. Uma das lendas diz:

"Certa vez um barco de pescadores fora capturado por piratas e seus tripulantes vendidos como escravos à um rico joalheiro Turco. Um dos tripulantes, Richard Joyce, casaria nesta mesma semana.

Os anos se passaram e não houve casamento, Richard Joyce trabalhava na negociação de jóias. Com o tempo Joyce se tornou um grande artesão, e nunca esqueceu a mulher que amava e deixara na vila. Ele fez um anel de ouro para ela, onde no centro havia um coração que representava o amor, uma coroa que significava lealdade e duas mãos representando a amizade.

Após oito anos ele conseguiu escapar de seus raptores e retornou a sua vila, e para sua alegria ele descobriu que seu amor nunca perdera a esperança de reencontrá-lo. Ele deu o anel que tinha forjado a ela, se casaram, e nunca mais se separaram."

======= Formas de uso ======
Sozinho(a) : mão direita ponta do coração sentido ponta dos dedos
Namoro : mão direita ponta do coração sentido do pulso
Noivado : mão esquerda ponta do coração sentido ponta dos dedos
Casado(a) : mão esquerda ponta do coração sentido do pulso
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Não importa qual lenda seja a exata, todas elas batem no mesmo ponto que, nada mais é que o seu significado, a sua representação de amor, amizade e lealdade, que são os fundamentos de um relacionamento. Tá certo que hoje em dia a grande maioria das pessoas nem dão mais atenção para essas coisas, mas ainda existem pessoas romantica e é bom passar um simbolo tão interessante.

Alguns limitam os relacionamentos em sexo ou dinheiro, e por isso acabam em relacionamentos fadados ao fracasso. Se nos focassemos no significado desde anel, os relacionamentos seriam mais reais, pois pense bem, você estaria com quem você ama, com quem você poderia chamar de amigo(a) de verdade e confiar em sua lealdade.

Relacionamentos são acontecimentos de duas vias, tanto você, quanto a outra pessoa precisam se comunicar, compreender os sentimentos um do outro e acima de tudo, ser fiel.

Boa sorte à todos!