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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

If I'm still alive

Oh, yeah eu continuo vivo paradoxianos!!

Quem me conhece do outro blog conhece meu lado lascivo, conhece meu lado romantico, acho que conhece até meu lado piedoso. Sinceramente, estou em uma fase bem estranha... mas vou só dar uma simples passada por cima por que o que eu tenho pra dizer é mais importante e além do mais, acho que estou devendo o meu lado humano pra vocês.

Resumindo, gosto de uma pessoa que acho que gosta de mim, mas fiz muita merda e agora ela não acredita nas verdades pois todas soam como mentiras, pra piorar as coisas ficam mais complicadas quando chega na minha irmã de consideração, justamente pelo de uma influenciar a outra. Ok. tô fudido... mas...

Se eu continuo vivo, vou fazer aquilo que me faz bem, vou fazer aquilo pra fazer com que eu me sinta bem comigo mesmo, ou seja, vou continuar regurgitando as minhas palavras por escrito aqui e vou entreter quem ainda quer algo que precise ler mais que 2 comentários.

Acho que se você chegou até aqui, você não tem preguiça, ou seja, posso começar à falar as coisas sérias! ;-)

Estar vivo é mais que respirar, é mais que ter um coração pulsando, é mais do que se mover! Estar vivo é aproveitar as coisas de verdade, aproveitar cada momento propício para algo que você quer, para o que você deseja.

Sei que parece um aval para trair seu namorado(a), mas não é, na verdade isso é um aval para você largar o que te deixa mal e abraçar o que te faz bem, mas preste atenção, as vezes as coisa que te fazem mal são coisas que no fim de farão bem, ou pior, são coisas que você quer acreditar que fazem mal.

No fim das contas, você precisa acreditar no seu coração quando ele te disser o que fazer, pode não ser o mais certo, mas ele é o seu melhor amigo...

Bom fim de semana à todos.

sexta-feira, 26 de março de 2010

O que é essa coisa chamada amor?

Não, eu não estou amando, essa é só mais umas daquelas reflexões que fazemos quando estamos com a mente cheia e queremos usar essa energia acumulada pra algo produtivo. Sabe as vezes vemos as pessoas presas em relacionamentos sem propósitos, apenas juntos por não quererem estar sozinhos... isso é tão frustrante.

Pessoas tendem a resumir o amor à algo intangível que nem os melhores poetas conseguem descrever. Porém as pessoas tentam definir algo que se deve definir, é como tentar definir a sensação de uma brisa de verão, lógico que quem já sentiu consegue associar rapidamente, mas para alguém que nunca sentiu, como uma criança por exemplo, definir uma brisa de verão é algo complicado se ela não tiver uma base de comparação.

Amor não deve ser definido afinal, quando colocamos em comparação as muitas "definições" do que "é" o amor, acabamos nos deparando com algo bizarro que é "você não me ama o mesmo tanto que eu te amo", claro que não, definições diferentes com apenas concordâncias finais não quer dizer que medimos iguais nossos sentimentos.


Amor não é algo pra se medir, amor é algo que nós mesmo temos que definir, usar frases prontas não nos levam à nada, somente à mais perguntas e pior, podem nos levar à fins de relacionamentos justamente por não ser igual ao que estava descrito.

O amor é simples, nós é que complicamos demais. Sempre estamos atrás daquele amor que define tudo, pelo coral de anjos e pela senação de ter o chão retirado de seus pés. Sim, o amor pode ser isso, mas correr sempre atrás disso é o mesmo que caçar vampiros baseados em filmes e seriados, quando menos esperamos estamos enfiando uma estaca no coração de um gótico em pleno cemitério só porque achamos que ele era um vampiro.


O amor pode ser simples, porém não é fácil de ser achado, no fim das contas você tem que deixar isso acontecer, forçar os acontecimentos sempre estragam as coisas, tome cuidado. Esse tal de amor é um veneno que ninguém sabe dosar, ou é demais ou é de menos, muitos acabam antes mesmo de começar.

Na estrada do amor temos de ter ciência que estamos viajando em uma via de mão dupla, não devemos esperar que a outra pessoa faça tudo por nós, pois nós também temos que fazer algo pela outra pessoa, é um acordo silêncioso que assinamos sem saber, mas devemos cumprir.

Não devemos esperar um mar de rosas nem mesmo um rio de lava, apenas devemos curtir a viagem e lembrar que o segredo está nos detalhes. E realmente, quando se está amando a única pergunta que nos resta é: "Where is my mind?".

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Quero ver quem discorda




Antigo, mas é raro isso não ser verdade...

terça-feira, 9 de junho de 2009

Semana dos Namorados (2)

Quando iniciei o post sobre semana dos namorados, não tinha em mente de criar um por dia, mas a falta de tempo não me deixou continuar no mesmo dia o post anterior...


Ao tratarmos do amor utópico, ficamos imaginando aquele amor caracterizado em filmes holiwoodianos e afins, sempre procuramos aquele amor eterno que não irá sucumbir à menor das misérias e muito menos será destruido pelo rancor dos outros. Aquele amor que perdoa qualquer mancada inesperada.

Senhoras e senhores, parafraseando o padre Quevedo: "Isto não existe!".

O amor em sí não tem nada de perfeito, muito pelo contrário, o amor é o sentimento mais imperfeito que existe, pois, já dizia San Kenn, “Passamos a amar não quando encontramos uma pessoa perfeita, mas quando aprendemos a ver perfeitamente uma pessoa imperfeita.”.

Sempre vemos alguém resmungando que "é dos cafagestes que elas gostam" ou que "é das galinhas que eles gostam". É bizarro, mas é verdade, pois querendo ou não, esses "cafagestes" e essas "galinhas" tem pontos em suas personalidades que os fazem se destacarem na multidão, fazendo com que os que são "certinhos" fiquem "ofuscados".

Sinceramente é muito comum as pessoas escolherem seus parceiros e parceiras únicamente pelo fator externo deles, o intelécto normalmente é posto de lado. As pessoas tentam filtrar os que "não servem" para elas, mas esse "filtro" sempre dá em alguém que as fazem sofrer da pior maneira.

Prestem atenção, pessoas que sempre são escolhidas naturalmente por esses "filtros", se acostumam em receber de mão beijada tudo o que quer, e no caso do assunto em pauta, os homens recebem as mulheres de mão beijada e vice-versa. Sendo assim, NÃO HÁ um porque dessas pessoas se preocuparem em cuidar das pessoas que estão ao lado, já que se perde-la, logo encontrará outra melhor, igual ou levemente diferente.

É tudo levemente simples, o segredo da "verdadeira felicidade" não existe, o que te faz feliz pode não me fazer feliz, mas caímos então para outro ponto cruzcial nessa semana dos namorados, a FELICIDADE.

"A felicidade" ou "O que te faz feliz" é algo tão singular que causa muita discórdia entre os casais, principalmente naqueles que se "encontraram" usando a regra do "Os opostos se atraem".

Esse é o assunto do próximo post!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Semana dos Namorados (1)

Não que eu esteja tentando projetar algum sentimento de minha parte, mas acho que será bom falar dessa semana em particular, apesar de não ser um crente dessa coisa irracional chamada amor, posso pelo menos expor uns pensamentos de formas diferentes, tanto a racional quanto a irracional, cujo eu costumo apelidar de amor utópico, um amor que todos procuram, mas sempre acabam achando apenas a desilusão.

Quando se trata de sentimentos eu tento sempre levar do modo mais visceral possível, tentando expressar em carne viva o que esse sentimento pode causar, e mostrar também o quanto é bom e ruim se expor à esse sentimento, tendo por fim, apenas o julgamento dos leitores sobre relacionamentos em geral.

Para continuarmos, peço à todos que apenas entendam que esse é o meu modo de visualizar as coisas, são opiniões intermitentes pois eu avalio os dois lados da moeda. Não basta se prender à uma única verdade, o amor não é feito de uma única variável, muito menos uma constante que rege nossas vidas. Na verdade esse amor que todos procuram, tanto em modo cético quanto em modo utópico, é apenas mais um quebra-cabeça feito de tantas peças, que no fim, não estamos montando algo estático, estamos montando ao que tem vida próprio e que se não tomarmos cuidado, isso nos consome fazendo com que não vejamos as coisas com clareza.

Dito isso, deixo por encerrado este pequeno prefácil de uma série de opiniões sobre algo que, sinceramente, vai dar dor de cabeça muitos.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Quero ler o seu livro

Não entendeu, não é mesmo?! Pois deixe-me explicar, esse texto é dedicado à uma garota estranha, não é J.E.??? XD
Um dos jeitos mais simples de se ver um relacionamento, é vê-lo como se fosse uma história em um livro, temos vário temas, várias alternativas de começo, meio e fim... mas no enredo, sempre irão haver duas pessoas que estão juntas e que estão participando dele.

Muitas pessoas dizem que "há muitos peixes no mar" quando querem dizer que mesmo perdendo alguém que ama, você logo achará outra pessoa para ocupar esse espaço vazio. Mas é estranho comparar pessoas à peixes, é algo tão estranho e fidido... é mais real você comparar essas pessoas à livros, pois cada pessoa tem sua história pra contar e melhor ainda, quando estamos com alguém, escrevemos nossa história juntos.

Algumas pessoas são puro romance, outras um terror, poucas uma boa ficção, várias um drama, mas, infelizmente, hoje em dia encontramos uns enredos de novela mexicana, pessoas que adoram misturar um drama com ficção e que no fim das contas dão mais dor de cabeça do que razões para se continuar com elas.

Eu sempre fui fãn de uma boa ficção, nada melhor dor que uma história que prenda os leitores e torne o impossível e o improvável em real. Transformar aquelas duas pessoas que, tem poucas chances de ficarem juntas, em pessoas que querem estar juntas de verdade. Mudar os planos, subtrai a razão, adicionar o amor incomum, transformar os dois e, mais importante que isso, por toda essa improbabilidade de ficarem juntos, fazê-los andar lado-a-lado nas páginas desse relacionamento improvável.

É horrivel quando as duas pessoas não estão na mesma página, pois é algo extremamente incomodo a pessoa que está compartilhando essa história com com você, estar várias páginas à sua frente, ou pior ainda, atrás de você. Pois quando você está no ápice do relacionamento, a outra pessoa está lá no prefácio tentando entender o personagem coadjuvante. Isso é angustiante e, pior ainda, é, muitas vezes, a causa de términos de namoro.

Agora, seguindo esse raciocínio, leia uma boa história, acompanhe o enredo com quem está com você, e, por favor, se ainda não começou à ler uma história, verifique o que está acontecendo à sua volta, muitas vezes a história não começa por medo de um dos personagens principal.

Muitas vezes você tem receio de ler uma história, somente pelo que as pessoas vão falar, pelo que as pessoas vão te acusar, ou, o que é mais provável, você não começa uma história com alguém, apenas pelo fato de você não ter certeza se aquele livro está aberto pra você, ou que você vá abrir seu livro para ele. Acredite, na maioria das vezes perdemos de ler uma boa história, por puro descuido.

Perdemos o amor de nossa vida por medo de tentar, e mais, por muitas vezes, se tivessemos tentado, não teriamos recebido aquele temeroso "não", mas sim um caloroso "sim"...

Se, por um instante, um dos lados da história desse à entender, de forma clara, que gostaria de abri a página dessa possível história... Hoje em dia não haveriam tantas pessoas sozinhas, e muito menos tantos arrependimentos... As vezes a história de nossa vida está logo ao lado esperando uma chance de ser aberta...

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Eu te amo

Hey paradoxianos, sei que o tema "amor" já é bem manjado, mas será que é entendido? Hoje em dia é tão simples e rápido alguém dizer eu te amo, que até perde um pouco do impacto dessas 3 palavras juntas...

Ok, saio contigo hoje e daqui menos de 1 mês já estou morrendo de amores? Tá certo que existe amor à primeira vista, porém vem aquela grande variável negligenciada: carência. Sei que muitos devem estar me achando um grande hipócrita filho de uma puta, porém essa é a realidade... o "amor" é muitas vezes confundido com a necessidade de se ter alguém do lado.

"Precisar de alguém porque a ama é uma coisa, mas amá-la porque precisa é outra."

É interessante tentar discerni esses dois pontos, já que ambos são muito parecidos no ponto de vista de quem sente, pois em ambos os casos o desejo de ter a pessoa por perto é bastante intenso. Um adendo à isso seria o grande fato das pessoas se sentirem cada vez mais sozinhas e terem mais problemas que, por mais que neguem, querem dividir o fardo.

Últimamente a quantidade de pessoas carentes está aumentando de uma forma perceptível e muitos casais, mesmo estando infelizes com a relação, continuam pelo simples fato de ter se acostumado o/a parceiro(a) estar sempre ao lado. Essas pessoas esquecem que antes de amar de verdade, deve se ter uma amizade consistente, pois caso uma relação se baseie apenas em fornicação (ok, podem jogar as pedras) estará fadada à ruina, muitas vezes iniciada em traição, que na grande maioria acontece pelo fato de que a pessoa encontrou o afeto que necessita nos braços de outra(o).

Essa grande necessidade de dizer eu te amo, ao analisar friamente a situação, deve ser trocada pela necessidade de entender de verdade essa pessoa que se encontra ao seu lado, pois quando você já tiver conhecido ela(e) em um nível acima das pessoas comuns que a(o) conhece, e mesmo assim seu coração ainda bater forte por ela(e), aí sim... sinto muito mas você está amando de verdade.

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CARPE MOTHER FUCKER DIEM, PARADOXIANS!!
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