quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Barulho



Já conhece o site da Apple Geeks?

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Ninguém Beija como as lésbicas



Ninguém Beija como as Lésbicas
Velhas Virgens
Composição: A. dias / P. carvalho


A gente beija já de pau duro, pensando no escuro, na penetração
A gente beija com a cabeça no futuro, sonhando com o furo a ser preenchido
A gente beija pegando nas tetas, de olho nas metas e nas nádegas
A gente beija já indo pro pescoço, apalpando o dorso, liquidificando o ouvido


Mas elas não...
Ninguém beija como as lésbicas


A gente beija exagerando no abraço, com o nervo de aço pronto pra entrar em ação
A gente beija quase que dirigindo nossa própria película de sexo explícito
A gente beija como roto rooter, violentamente, pra passar pro próximo estágio
A gente beija mordendo os lábios, bancando os sábios, atenciosos como adolescentes


Mas elas não...
Ninguém beija como as lésbicas


Eu quero olhar, eu posso olhar
Eu só quero olhar, me deixa olhar pra vocês
E se quiser nós podemos ser três


Ninguém beija como as lésbicas
O beijo pra elas não é rito de passagem
Não é preliminar, é curtição
O beijo pra elas é o amor completo
É o amor sem táticas
Ninguém beija como as lésbicas
Ninguém beija como as lésbicas

[Texto] Uma nova queda


Não sei o que deu na minha cabeça de ir fuçar no meu Google Docs, mas sei que foi algo estranho encontrar um texto antigo que foi começado por motivos pessoais e ainda está inacabado por motivos pessoais. Agora me foge quem disse uma vez  que "a humanidade as vezes é privada de ótimas histórias apenas pelo fato do autor não ter coragem de escrevê-las", não sei se é boa ou ruim, mas hoje à noite vou terminar esse texto, aí vai o comecinho dele.

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Essa história começa em um coffee shop ao som do mais puro som de jazz, lá está ele, se martirizando pela vida perdida, pelo ano que carrega nas costas como se fosse sua cruz particular. A cada gole em seu café, quase sem açúcar, ele sente em seu gosto amargo a dor das lembranças de sua alma perdida e escuta seu coração remendado batendo lentamente clamando pela morte eminente.

Ícaro, esse é o nome do pobre rapaz, não havia nome melhor para seus pais lhe darem, pois este nome lhe cai como uma luva já que recentemente ele tentou voar perto do sol e suas asas de cera derreteram o levando a uma queda que não o matou, mas dilacerou seu coração. Mas, Ícaro é tão ambicioso quanto o próprio da mitologia, então ele há muito tempo vem remendando seu coração esperando o sol surgir novamente para ele voar em sua direção, mesmo após sua trágica queda que quase lhe proporcionou a morte.
Na vida de Ícaro, tudo está cinza, nada tem o gosto, o som e nem mesmo a alegria de antes, ele só quer beber para esquecer, por isso ele bebe seu café amargo, pois na noite anterior ele cavou mais sua sepultura bebendo litros de álcool, tequila para ser mais exato, o seu elixir da loucura como assim o chama. Ele não liga muito para isso, mas no momento bebe seu café para se recompor e continuar a seguir seu caminho.

Há momentos na vida de todos em que precisamos nos esconder do mundo, porém este momento nunca tem hora de chegar ou ir embora, ele nos prende, nos sufoca, nos faz querer destruir o mundo para que o mundo não nos destrua, este é o momento na vida deste pobre rapaz, ele está jogado no mundo com seu coração remendado e petrificado, tudo e todos o faz lembrar da dor da queda, do terrível som de seu coração se partindo enquanto caia de seu vôo. Essas dores ele nunca vai esquecer, mas está bem perto de superá-las, pois já faz muito tempo que isto aconteceu, apesar das sombras ainda o acompanharem em sua jornada.

Logo após o último gole em seu café, Ícaro resolve caminhar para espairecer, tentar se encontrar no meio daquelas águas turbelentas chamadas sentimentos, "Que graça teria se tudo fosse simples? Poderiamos nós evoluirmos se ganhassemos tudo de mão beijada?", pensa ele enquanto olha para a lua cheia e tenta enchergar o que acontece nesse satélite que ronda nosso ínfimo planeta. Os pensamentos de Ícaro são cortados ao ouvir o som que nunca conseguia tirar de sua mente, o som de asas quebradas acompanhadas de um coração partido, ela estava ali parada tentando enteder o que tinha acontecido com ela, seus olhos encharcados a denunciavam como mais uma que se perdeu na escuridão da rejeição de um amor, o primeiro amor.

"Poderia eu dizer algo a ela?" pensa Ícaro enquanto se lembra o quanto foi duro para ele se desvenciliar desses sentimentos, as dores que sentia quando fintava o rosto de sua antiga amada que hoje não mais o queria, essa dor que lhe acompanhou por muito tempo, mas seu espírito conseguiu superar, e enquanto olhava a pequena garota ele sentia que poderia tentar fazê-la se sentir bem, pois um ombro amigo neste momento pode ser tudo que precisamos.

Quando vemos as pessoas pela primeira vez, só conseguimos ver seu exterior, só aquilo que ela quer que você veja ou simplesmente deixa escapar, mas ela era diferente, você poderia ver seu interio de longe, era como um grande farol brilhando no alto de um rochedo em uma ilha a mais que 1000km que você conseguia ver como se fosse um farol de um avião a menos de 2 metros.

As suas asas partidas ainda cheiravam a sangue, seu coração batia de forma desritimada ainda procurando o coração que antes batia junto com ele. As lágrimas que cobriam seu rosto caiam de seu queixo banhando não somente suas mão que estavam em seus joelhos, mas também o chão que parava cada gota assim como um mar para cada gota de chuva e a incorpora para si.

Não importava tais coisas para Ícaro, naquele momento ele só queria consertar aquela garota, fazer o que ela pudesse voar novamente, ele não sabia de onde vinha essa vontade de fazê-la se sentir bem, era como se algo mais forte que ele estivesse dizendo que ela precisava de ajuda e que ele poderia fazer a diferença naquela hora. Ícaro tinha certeza que aquilo que ele via nela era familiar demais para ser mera coincidência de um destino insano, mas estranho demais para significar parte de algo maior, o fato dele a ter encontrado naquele momento da vida dela o incomodava profundamente, mas tal incômodo não o impedia de tentar se aproximar dela.

Criando uma coragem quase heroica, Ícaro foi se aproximando dela e a cada passo que ele dava na direção dela, era como se o mundo fosse sumindo a sua volta, como se só houvesse ela ali, somente ela importava. A dor dela ecoava em seu coração e apertava cada vez mais forte quando ele ia se aproximando dela. E apesar do que acontecia, apesar desse turbilhão de sentimentos que ela emanava, ele não recuou nem por um instante. É como se o mundo parasse para ver o que ele ia fazer, ele apenas estendeu a mão pra ela e disse:

"- Olá... precisa de uma mão para se levantar? Se deixar eu posso te ajudar com essas asas..."


Por mais estranho que soasse aquelas palavras para ela, ela apenas o olhou e pegou em sua mão, e isso foi o início de uma conversa que ele jamais vai esquecer...

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Toda opinião é muito bem-vinda ^^

domingo, 7 de fevereiro de 2010

[Filme] The Imaginarium of Doctor Parnassus



FICHA TÉCNICA
 
Gênero: Fantasia
Ano de Lançamento:
2010
Qualidade:
R5
Formato:
x264
Idioma: 
Inglês
Legenda:
Português
Tamanho: 834.97 Mb
Qualidade de Áudio : 9
Qualidade de Vídeo:
10
Download
: Megaupload

 Sinopse: Na Inglaterra dos dias atuais, o imortal e milenar doutor Parnassus (Christopher Plummer), que comanda a companhia teatral "Imaginarium" — integrada por um mágico de cartas, Anton (Andrew Garfield), e um anão, Percy (Verne Troyer) —, oferece ao público um espetáculo irresistível através de um espelho mágico, um artefato que dá a seu usuário a chance única de viajar para um mundo fantástico e desconhecido, no qual é possível controlar a imaginação alheia. O poder que o doutor hoje possui lhe fora concedido em tempos remotos através de um pacto com o diabo (Tom Waits). Agora que o aniversário de dezesseis anos de sua filha, Valentina (Lily Cole), está próximo, o diabo volta para receber seu pagamento: a alma da jovem.

Para não perder a amada filha, Parnassus negocia um novo pacto através de uma aposta: Valentina será daquele que conseguir seduzir cinco almas primeiro. É aí que a trupe encontra o jovem Anthony "Tony" Shepherd (Heath Ledger) pendurado num cabo da ponte Blackfriers, em Londres. Depois de salvo, o vigarista com sérios problemas com a máfia russa, excelente contador de histórias e cafajeste sedutor coberto de uma aura misteriosa, se junta ao grupo e embarca numa viagem por mundos paralelos, disposto a ajudar Parnassus a resgatar sua filha. Para passar de uma dimensão à outra, Tony entrará no espelho mágico onde sua aparência muda radicalmente (Johnny Depp, Colin Farrell e Jude Law[6]).

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

[Steampunk] MASP, Papercraft e Evento.



"Incentivar, divulgar e amparar, por todos os meios ao seu alcance, as artes de um modo geral e, em especial, as artes visuais, visando o desenvolvimento e o aprimoramento cultural do povo brasileiro"
 
Visitando o Blog de Brinquedo achei esse post onde a gente pode baixar um modelo de papel do Museu de Arte de São Paulo, o mais importante museu de arte ocidental do Hemisfério Sul.

O modelo de papel do MASP foi criado por Ettore Semeghini da agência Esferoide. Para baixar basta clicar aqui.

Recomendo imprimir em um papel cartão, pois se imprimirem em uma folha sulfite as chances de ficar fraco demais é muito grande, ou seja, pra evitar trabalho dobrado e garantir mais um papercraft bem feito para sua estante, usem uma folha que tenha uma boa resistência, afinal estamos falando do papercraft do MASP, isso não é pequeno nem de longe hehehehe.

Assim que eu imprimir e montar o meu eu tiro uma foto e coloco aqui.

Agora, para os confrades desinformados, eu repasso a notícia sobre o encontro no Masp seguido de um piquenique Vitoriano! O encontro terá inicio as 13:30 do dia 20 de fevereiro no vão livre do MASP e mais tarde terá continuidade do outro lado da avenida(em frente ao Masp) em um piquenique que terá como cenário o parque Parque Tenente Siqueira Campos, mais conhecido como Parque Trianon ou Parque do Trianon.

Para informações na integra sobre o evento acessem esse link do site da Loja São Paulo do Conselho Steampunk. Ahhh e Não esqueçam de levar comida para o piquenique ;-)

[Arnaldo jabor] Crônicas do Amor


 Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.


Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.


Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.


Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.


Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.


Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no

ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.


Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a
menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama
este cara?

Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.


É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura
por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?


Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.


Não funciona assim.


Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.


Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!


Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.